tampouquismo, script kids, a falácia da sofrência

São estes os três assuntos a circundar o atual. Folha em queda ou pétla também caída, enxume de enxofre a optar pelo anti-íon e besta praga ética jamais confirmada pelos franciscanos firmes, não lhe tanto interessam quanto a geração de energia local e a ergonomia dos objetos que ao mundo para nos servir, nunca atrapalhar, para ficarmos em apenas dois exemplos do topo de sua cabeça.

Não interessa tanto, no entanto, não basta. Se é para falar a língua iluminada, dirá também que depedram injustificadamente a produtividade resolutiva da atividade. Comprimem a potência, o que já é questionável em si, mas somam ao estrago a ausência vergonhosa de um propósito nobre que seja. E acabam, sempre, num rol de cento e poucos termos – todos, sem exceção, representando a nada excitante altercação binária. É apenas isso. O tampouquismo não é isso. O tampouquismo é outra coisa.

O tampouquismo é uma conversa outra, nobresilenciosa e ancha no que não define. Êhf, você pode dizer, soltando o ar, num modo expressivo avançado. É que o tampouquismo muito antes de ofertá-las em formicas vai a palavra reduzindo à fome. Desnutrindo o conhecido a fome e ainda: sem surpresa. Êhf – você não precisa saber antes que dirá daqui a pouco você não mira em ninguém (tampouco não não mira), mas encosto, aqui, não é partir de cima para atalhar o gostinho do poder; não é, atenção, empurrar o pescador para, então, alertar que caiu o pescador e você não. Assim faz o script kid: ele quer, um dia, programar o mundo que já vai a lhe cansar neste tacanho formato caixa. Mas não pode porque ou não se esforçou ou não quis ele ou a maldita sorte que lhe quis e pode mudar desde fenômenos muitos, a leitura deste post inclusiv se ele ler, e respeitar os mestres: assim o script kid sairá de seu infortúnio patológico ao qual Lacan ele mesmo denotou, em estudo antigo, a partir do caso dos beliscadores a rodar, desnecessário dizer BELISCANDO, quem lhes desse na telha, nos coletivos de Paris.

Paremos com isso, porém, para falar da falácia da sofrência. Vamos ver como dá pra viver sem violência “branca”. Porque não é possível. E porque, cuidado, desarranjar o cosmo é ação seriíssima (e deveria estar reservada). Vamos ver como dá pra governar a atribuição de stress – sem implicar os inocentes em negativíssimos ciclos cármicos que eles tampouco merecem? Vamos ver e vaiar quem otariamente brindar ou submeter-se ao exótico mistério da dor, atenção, ingovernável por quem quer que seja – “regra” (ao modo do teste da dureza entre materiais, ou seja, nem tanto constituída por nós). Pede o poeta a coragem de abandonar do fogo dos foros o apego a termos do meio, abandonar aos montes donde o foco em recrutamento e seleção [você, um possível gênio; ela: acha lâmpada e não mais as brincadeiras da mamãe do imperativo SEMPRE passivo como forma de agradar sendo que agora, é resolver: não há vitória em vista: pequenas vitórias não existem, não carece de uma; tampouco das derrotas de prickster: quem delas precisa?) Necessidades do corpo da pessoa humana e saúde: há entulho nas mandingas, nas alcovas, nos diagnósticos, nas prescrições. Entulho é esse acúmulo de termo do meio que gera ‘Pull Out’, isto é, o leitor mentalmente médio ‘sai’ do texto porque não enxerga, na argumentação da mandinga, da alcova, do diagnóstico, da prescrição – todas entulhadas –, relações muito práticas com os achados mais recentes da casa do saber (é o caso entender ciência aqui não só como a ciência incorporadas, mas também a relevantíssima independente e, ainda também, a marginalizada ela ora sob milícia do bem crescente). Como se trata de necessidades do corpo da pessoa humana e saúde, deveríamos evitar argumentações furadas com ‘Pull Out’ sob o risco de perder e, eventualmente, arrastar uma indústria consigo.

Um dos principais fixadores da falácia da sofrência é a iconografia do fracasso cristão. Via certas bandas, via certo skate, via proto-ocultismo de cuia meia (nem os ‘caras-feias’ riam imunes ao devir-script kid) e outras coisas, ela hoje produz adesivos que incentivam toda sorte de irracionalidade. Uma pena, isso sim é a simplificação simplória do excitante. Não se fala de moléculas, basicamente, ou de ‘zão’ eletromagnético. Qualquer participação, seja em mandinga, seja em alcova, seja em diagnóstico, seja em prescrição, sem tais campos léxico-conceituais iniciados e recomendáveis ao formado mentalmente médio afim apenas para citar dois exemplos do topo etc resulta tosco ruim de improdutiva então a dita.

Não no tampouquismo: não. Tampouco é tão definitivo – tente: veja, se não abre uma m   a  n-d   a-   l  a. Tampouco perderá, vencerá. Tampouco é tão certo, dizem os tampouquistas, e tampouco nunca mais, teu palco é pouco, ah, lindo, lindo é isso do tampouco, tampouco ou quase; ou, antes: tampouco é isso: nunca mais; não mais pois tampouco né? é, beijo. Não é tampouco. Tampouco é quase, poderíamos assumir?, ‘tampouquear’ diria, rindo uma jibóia dentro, como quem brisa à oblíqua sem má-fé, e já no tampouquismo a utopia que havia mineiraram; acabou. Poderíamos, sim, ter todo aquele todo adelliano: o todo de que trata Adelle. Êhf. Tampouco temos, contudo, porque vocês estão brincando. Na polifonia ético-perspectivista dos engendrados no barroco tampouquista, sobra pouco

à dor a venda ao total dela pouco sobra, diz tampouco, vendo, o tampouquista, seu corpo entre dois nortes, para uma sorte de conluio: dá azar dá azar. Tampouco entrega(o). Tampouco deixa de roubar seu dom quando soe-lhe um skito mais zum. Êhf.

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