um corpo despossuído a varrer a capelinha sem jeito é trágico e sinistro como o efeito de ambular sem prece. Criptas à poeira dobram, altares à ruína atinam. Contínuo de um bailante suportar de escorregares, copázios de leite e moças d’enxovais têm sonhos. A brasileira tragava do futuro notas e mágoas da república que sentada contaria do frágil bonito papá que interrompia. Em vez disse infelizmente está metida noutras coisas e tentasse eu deitar ronda de cume de prédio cujas luzes tantas voltas às varandas de uma casa adjacente, vizinhança que não luzi, examinasse. Ouve, disse, apenas para lá do vidro o breu que é mar de formas e abre, então, a porta de correr, azul do meu crescer. Faz um breve recuo ao canto escuro da varanda e salta, por força de um sucesso esplêndido, não mais o traje do abandono, mas como quem tece um semblante tenaz. Adiante o brilho nos olhos da irmã da quitandeira só por trinta contrapestes fará vargem no mural das horas grandes, repique nas cisqueiras instaladas e travas tipo brocas lá na sonda da moenda. A face pacificada da egressa era matriz, laço e açude na cacimba e, dos bons, tropel à pátria. Como enxugam-se, os troncos rímicos! Mares quase sós entanto jazem… Sonhos são, as canduras, nessu’as jangadas? Das poucas ofertas sanitárias, o  enxuto dava pano para um terso, discurso fio d’água, e furo e remo leu, canoa nos olhos, barris se errassem random para o precipício _

Comments are closed.

Post Navigation