Ali vão baldes, vassouras, ferramentas de pequeno porte, lenços amarrados a pedaços de pau, estratos de candeias onde óleos, bumerangues silvos remos, bingos, tamancos qual sem par a minérios dezembrinos, chapéus de palha e sarja, de cânhamo e de lata, três ou quatro bengalas de porta de ótica, tráfico de gente a essa altura do século a brumados arquipélagos a esfíngicos globinhos se trocam navegar valor humano por coisas que usamos sem dar tino de gente, coisas são que servem se caprichos e apetites são de gente, não é verdade ? ergo tanta gente como nós tem na distância do recato a discrição da reverência mesma ao íntimo da conversa, deixe meu braço, licença, mais caloroso é meu regaço, senhor, na copa do navio a pelejar milagres tácteis num xadrez indistinguível, a meio da partida deixe a grande armada negra ser servil sem preferência, vontades de um açor desesperado e de outro rei conquanto os filhos, runas dignatárias do poder, não julgassem o balé como se filhos meio à margem do balé do tabuleiro, forâneas peças, crinas não eram senão da virtude das ovelhas pressionadas cabras depois de atravessar tantas mazelas a reunir-se e a organizar a vida nova longe das falésias surrealistas, já quase como sem palavras ao pé do forno aceso em dengoso tapete de brasas estalando pois perdiam, paladinas num torpe confronto sem contrários, o calor benevolente das tristes do apetite e repeti baixinho estrênuo, visai, maternal e condoída, contingente e rejeitada, lutai contra a virose desgraçada de uma imagem, tirai do coelho móvel afeita lua, dois brutos rubis travos olhos cavos e a tal crassa, tácita contumácia de nora a devorar peões em bispos, rainhas em cavalos, torres lídimos faróis em nívios sóis com o olho na barriga _

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