assumindo a forma do ensaio como uma atitude interna na ordem da percepção e, portanto, aceitando a diretiva adorniana de que ensaiar no pensamento é *estranhar* via o uso de repertórios irredutíveis a inércia do conceito, rompendo identidades que nos sufocam na excessiva abstração, dirijo-me agora para um relevo mais especificamente filosófico, mas mantendo no horizonte o ruído das grandes asas negras que assombram as fronteiras internas e externas (lovecraft) típicas da concepção gótica de mundo, cuja função na microdinâmica conceitual deste capítulo é impedir nosso sono (dogmático), e manter a vigília. afinal, do que temos medo?

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