Especificar a ficção não é tentar esquecer o vocabulário da Organização; não é, pior, tentar esquecer nossa fundação de verdadeiros e falsos verificados. Antes, ela será a poesia desta tomada de posição. Fazer a ficção pode ser a performance proposicional em nada atrasada a certa apuração aguçada do real; isto é, alerta ao que não se carrega e a nada específico numa mesma postura que aos poucos se confundirá com a postura estatal.

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